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	<title>Comentários sobre: Não ao vigilantismo</title>
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	<description>Um webcomic sobre a web, o universo e tudo mais</description>
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		<title>Por: Veja tudo o que foi escrito na II Blogagem Política Coletiva contra o vigilantismo na Internet &#171; Mundo véio sem portera!!</title>
		<link>http://geekgear.com.br/peaodigital/2008/11/15/nao-ao-vigilantismo/#comment-69</link>
		<dc:creator>Veja tudo o que foi escrito na II Blogagem Política Coletiva contra o vigilantismo na Internet &#171; Mundo véio sem portera!!</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 15:09:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Peão Digital - Não ao vigilantismo [...]</description>
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		<title>Por: Blogagem Coletiva - Não ao Projeto de Lei de Censura à Internet &#171; +4</title>
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		<dc:creator>Blogagem Coletiva - Não ao Projeto de Lei de Censura à Internet &#171; +4</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 23:41:58 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Um dos problemas que ainda não foi tão citado nesse projeto é que ele cria uma discriminação ,pois ela &#8220;abole&#8221; a discriminação entre conteúdos legais e ilegais dentro da rede baseadas em determinadas mídias, ou seja, ela &#8220;anula&#8221; o fato de um conteúdo poder ser legitimamente produzido e distribuído via Internet e baseia a legalidade ou não meramente no formato de arquivo utilizado. Por exemplo, os arquivos MP3 estarão condenados, não interessando se são músicas distribuídas ilegalmente (como CDs &#8220;vazados&#8221;), legalmente (músicas que o próprio artista distribuiu, como o caso da banda mineira Pato Fu que em seu site distribui músicas que não foram incluídas em seus CDs) ou até mesmo MP3 não relacionados a músicas (como podcasts, palestras e ringtones). Desse modo, segundo os moldes dessa nova lei, existe um perigo sério de que qualquer conteúdo distribuído segundo determinados formatos possam vir a ser &#8220;criminalizados&#8221;, independente da legalidade ou não do &#8220;conteúdo&#8221; propriamente dito ser legal ou não.Não existe nenhuma preocupação por parte do Excelentíssimo Senhor Eduardo Azeredo em entender o funcionamento básico da Internet para saber que não existem ainda mecanismos totalmente eficazes para impedir totalmente o tráfego de conteúdos ilegais e nem a caracterização dos mesmos. Correndo o risco de ser tecnicista, para a Internet, tudo se resume a bits e bytes: uma página, uma música clássica gravada por uma orquestra amadora disponibilizada, por exemplo, no Classic Cat, ou o CD mais novo do funk carioca vazado na net.Essa tratativa do tipo &#8220;ferro e fogo&#8221; tem conseqüências terríveis para a Internet: jogara os usuários em uma &#8220;zona de incerteza&#8221; e irá tratar algo em torno de 60% de todos os usuários de Internet como criminosos em potencial (pela legislação atual, piores que corruptos e quase tão criminosos quanto seqüestradores ou traficantes de drogas, se considerarmos a legislação penal e cívil vigente). Via Peão Digital [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Um dos problemas que ainda não foi tão citado nesse projeto é que ele cria uma discriminação ,pois ela &#8220;abole&#8221; a discriminação entre conteúdos legais e ilegais dentro da rede baseadas em determinadas mídias, ou seja, ela &#8220;anula&#8221; o fato de um conteúdo poder ser legitimamente produzido e distribuído via Internet e baseia a legalidade ou não meramente no formato de arquivo utilizado. Por exemplo, os arquivos MP3 estarão condenados, não interessando se são músicas distribuídas ilegalmente (como CDs &#8220;vazados&#8221;), legalmente (músicas que o próprio artista distribuiu, como o caso da banda mineira Pato Fu que em seu site distribui músicas que não foram incluídas em seus CDs) ou até mesmo MP3 não relacionados a músicas (como podcasts, palestras e ringtones). Desse modo, segundo os moldes dessa nova lei, existe um perigo sério de que qualquer conteúdo distribuído segundo determinados formatos possam vir a ser &#8220;criminalizados&#8221;, independente da legalidade ou não do &#8220;conteúdo&#8221; propriamente dito ser legal ou não.Não existe nenhuma preocupação por parte do Excelentíssimo Senhor Eduardo Azeredo em entender o funcionamento básico da Internet para saber que não existem ainda mecanismos totalmente eficazes para impedir totalmente o tráfego de conteúdos ilegais e nem a caracterização dos mesmos. Correndo o risco de ser tecnicista, para a Internet, tudo se resume a bits e bytes: uma página, uma música clássica gravada por uma orquestra amadora disponibilizada, por exemplo, no Classic Cat, ou o CD mais novo do funk carioca vazado na net.Essa tratativa do tipo &#8220;ferro e fogo&#8221; tem conseqüências terríveis para a Internet: jogara os usuários em uma &#8220;zona de incerteza&#8221; e irá tratar algo em torno de 60% de todos os usuários de Internet como criminosos em potencial (pela legislação atual, piores que corruptos e quase tão criminosos quanto seqüestradores ou traficantes de drogas, se considerarmos a legislação penal e cívil vigente). Via Peão Digital [...]</p>
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		<title>Por: Blogagem Coletiva - Não ao Projeto de Lei de Censura à Internet &#171; Linux&#8230; e mais coisas</title>
		<link>http://geekgear.com.br/peaodigital/2008/11/15/nao-ao-vigilantismo/#comment-64</link>
		<dc:creator>Blogagem Coletiva - Não ao Projeto de Lei de Censura à Internet &#171; Linux&#8230; e mais coisas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 23:40:28 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Um dos problemas que ainda não foi tão citado nesse projeto é que ele cria uma discriminação ,pois ela &#8220;abole&#8221; a discriminação entre conteúdos legais e ilegais dentro da rede baseadas em determinadas mídias, ou seja, ela &#8220;anula&#8221; o fato de um conteúdo poder ser legitimamente produzido e distribuído via Internet e baseia a legalidade ou não meramente no formato de arquivo utilizado. Por exemplo, os arquivos MP3 estarão condenados, não interessando se são músicas distribuídas ilegalmente (como CDs &#8220;vazados&#8221;), legalmente (músicas que o próprio artista distribuiu, como o caso da banda mineira Pato Fu que em seu site distribui músicas que não foram incluídas em seus CDs) ou até mesmo MP3 não relacionados a músicas (como podcasts, palestras e ringtones). Desse modo, segundo os moldes dessa nova lei, existe um perigo sério de que qualquer conteúdo distribuído segundo determinados formatos possam vir a ser &#8220;criminalizados&#8221;, independente da legalidade ou não do &#8220;conteúdo&#8221; propriamente dito ser legal ou não.Não existe nenhuma preocupação por parte do Excelentíssimo Senhor Eduardo Azeredo em entender o funcionamento básico da Internet para saber que não existem ainda mecanismos totalmente eficazes para impedir totalmente o tráfego de conteúdos ilegais e nem a caracterização dos mesmos. Correndo o risco de ser tecnicista, para a Internet, tudo se resume a bits e bytes: uma página, uma música clássica gravada por uma orquestra amadora disponibilizada, por exemplo, no Classic Cat, ou o CD mais novo do funk carioca vazado na net.Essa tratativa do tipo &#8220;ferro e fogo&#8221; tem conseqüências terríveis para a Internet: jogara os usuários em uma &#8220;zona de incerteza&#8221; e irá tratar algo em torno de 60% de todos os usuários de Internet como criminosos em potencial (pela legislação atual, piores que corruptos e quase tão criminosos quanto seqüestradores ou traficantes de drogas, se considerarmos a legislação penal e cívil vigente). Via Peão Digital [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Um dos problemas que ainda não foi tão citado nesse projeto é que ele cria uma discriminação ,pois ela &#8220;abole&#8221; a discriminação entre conteúdos legais e ilegais dentro da rede baseadas em determinadas mídias, ou seja, ela &#8220;anula&#8221; o fato de um conteúdo poder ser legitimamente produzido e distribuído via Internet e baseia a legalidade ou não meramente no formato de arquivo utilizado. Por exemplo, os arquivos MP3 estarão condenados, não interessando se são músicas distribuídas ilegalmente (como CDs &#8220;vazados&#8221;), legalmente (músicas que o próprio artista distribuiu, como o caso da banda mineira Pato Fu que em seu site distribui músicas que não foram incluídas em seus CDs) ou até mesmo MP3 não relacionados a músicas (como podcasts, palestras e ringtones). Desse modo, segundo os moldes dessa nova lei, existe um perigo sério de que qualquer conteúdo distribuído segundo determinados formatos possam vir a ser &#8220;criminalizados&#8221;, independente da legalidade ou não do &#8220;conteúdo&#8221; propriamente dito ser legal ou não.Não existe nenhuma preocupação por parte do Excelentíssimo Senhor Eduardo Azeredo em entender o funcionamento básico da Internet para saber que não existem ainda mecanismos totalmente eficazes para impedir totalmente o tráfego de conteúdos ilegais e nem a caracterização dos mesmos. Correndo o risco de ser tecnicista, para a Internet, tudo se resume a bits e bytes: uma página, uma música clássica gravada por uma orquestra amadora disponibilizada, por exemplo, no Classic Cat, ou o CD mais novo do funk carioca vazado na net.Essa tratativa do tipo &#8220;ferro e fogo&#8221; tem conseqüências terríveis para a Internet: jogara os usuários em uma &#8220;zona de incerteza&#8221; e irá tratar algo em torno de 60% de todos os usuários de Internet como criminosos em potencial (pela legislação atual, piores que corruptos e quase tão criminosos quanto seqüestradores ou traficantes de drogas, se considerarmos a legislação penal e cívil vigente). Via Peão Digital [...]</p>
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		<title>Por: Hoje é dia da blogagem politica - Não ao vigilantismo &#171; Xô Censura !</title>
		<link>http://geekgear.com.br/peaodigital/2008/11/15/nao-ao-vigilantismo/#comment-63</link>
		<dc:creator>Hoje é dia da blogagem politica - Não ao vigilantismo &#171; Xô Censura !</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 16:03:50 +0000</pubDate>
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