Uma das coisas que colocou o Google em sua posição atual foi a capacidade de agarrar as oportunidades – nem todas com fins explicitamente lucrativos. Dito isso, em resposta ao bloqueio do Twitter no Egito, a gigante das buscas decidiu entrar no conflito e disponibilizar um serviço de que permite o acesso ao microblog via telefone.
“Estamos acompanhando as notícias que surgem no Egito e pensando no que podemos fazer para ajudar as pessoas envolvidas”, apontou a companhia em um post publicado na última segunda-feira.
O processo é simples. O usuário deve ligar para um dos números indicados no post oficial e deixar sua mensagem de voz. O sistema converte o conteúdo em uma mensagem de voz, como um voice mail, e encaminha o link para o Twitter, que inclui a tag #egypt.
Os engenheiros do Twitter fizeram questão de auxiliar a inciciativa, realizada com auxílio da tecnologia desenvolvida pela empresa SayNow, recém adquirida pelo próprio Google.
O iCar Black Box, vendido na App Store da Apple por US$ 0,99, transforma seu iPhone em uma espécie de caixa preta, similar às encontradas nos aviões (mas sem a mesma resistência). Basta prender o aparelho no para-brisa do carro para que o aplicativo comece a monitorar informações como data, horário, velocidade e posição do carro em relação ao GPS.
Caso o acelerômetro do aparelho detecte uma parada brusca, o dispositivo entra automaticamente no modo de emergência, salvando todos os dados e sugerindo o número de emergência – que pode ser ativado com apenas um toque do usuário. Em alguns casos, colisões leves e lombadas podem acionar o “modo simples” do serviço de emergência. Nesse caso, o motorista pode decidir, ou não, se deseja gravar os dados.
As redes sociais podem transformar um país e sua política? Talvez num futuro próximo, mas, agora, elas são apenas ferramentas utilizadas para divulgar informações e incitar parte da população. Os movimentos revolucionários nascem antes dentro da população e, consequentemente, vão parar nesse meio digital.
Na próxima quarta-feira, a News Corp, um dos maiores grupos de mídia do planeta, vai lançar o Daily, seu jornal exclusivo para iPad. A esperança de Rupert Murdoch, presidente do conselho da empresa, é resgatar os lucros na área de publicações, que não andam tão bem quanto ele gostaria. No primeiro trimestre de 2010, por exemplo, a receita na área representou apenas 30% do lucro total da companhia no período.
A nova publicação será vendida via App Store mediante assinatura semanal de US$ 0,99. menos de US$ 0,15 por cada uma das sete edições diárias. O fruto de um investimento inicial de US$ 30 milhões, que vão sustentar 126 profissionais.
Provavelmente, a exclusividade com a Apple não deve durar muito. Se quiser ampliar seu mercado e reverter a situação das publicações, a News Corp será obrigada a investir nas plataformas móveis do Google e da Microsoft. Aliás, o Android já superou a Nokia no campo de sistemas operacionais para celulares. Logo veremos o mesmo desempenho no mercado de tablets.
Infelizmente, Steve Jobs, CEO da Apple não poderá comparecer ao evento por conta de sua licença médica. Ele estava cotado para a apresentação do Daily no último dia 19 de janeiro, antes da News Corp adiar a apresentação.
Mas será essa é a melhor opção? Não seria mais interessante buscar remuneração por meio de anúncios? Afinal, muita gente paga caro nos tablets, mas tem medo de ficar pobre comprando aplicativos que custam menos de um dólar.
O FBI divulgou na última quinta-feira que está caçando os responsáveis pelos ataques de negação de serviço que derrubaram os serviços e instituições financeiras que cortaram seu apoio ao Wikileaks – como PayPal, Visa e Amazon. De acordo com o site Ars Techinca, o birô teria enviado 40 requisições de busca e apreensão nos Estados Unidos.
O site também informa que a polícia britânica prendeu cinco pessoas acusadas de participar do grupo “Anonymous”.
O grupo derrubou diversos serviços em dezembro de 2010. Os ataques, bem organizados, tiveram como alvos principais os sites de instituições que bloquearam as contas do Wikileaks, utilizadas para arrecadar doações.
Apesar dos esforços das autoridades, seria quase impossível encontrar todos os culpados pelos ataques. Além disso, os acusados podem virar os mártires de uma revolução digital. Seria uma guerra interessante.
Depois de Anakin Skywalker, chega a vez de Buzz Lightyear e Woody – de Toy Story – ganharem as suas versões como despertadores. O relógio fica localizado em suas barrigas e o botão para desligar o alarme está nas cabeças. Simples e muito mais divertidos para a criançada, ou mesmo para os kidults.
Os dois podem ser encontrados em pré-venda na loja Firebox por US$ 40, sem contar o frete.
O gigante das buscas deu um pequeno passo em direção à promessa que fez às gravadoras e estúdios. Em dezembro de 2010, o Google afirmou que iria começar a limitar as pesquisas com termos referentes à pirataria na internet. Foi mais ou menos o que ele fez. A companhia retirou de seu sistema de sugestões os termos “torrent”, “BitTorrent”, “Rapidshare” e” Megaupload”, de acordo com o site Torrent Freak. Agora eles não aparecem mais no recurso autocompletar do site.
A decisão não deve afetar os usuários menos preguiçosos, capazes de digitar as palavras completas no campo de busca e pressionar a tecla “Enter”. Os resultados continuarão aparecendo normalmente. Parece que o Google quer mostrar o seu comprometimento com as companhias de mídia, mas não quer se queimar com os usuários. Uma posição bem delicada.
O Google já tem um histórico de problemas em relação ao conteúdo protegido por direitos autorais. O YouTube e a sua biblioteca virtual já foram alvos de diversas ações.
Qual será a próxima medida a ser adotada pela empresa? Censura completa aos termos?
A ladra começou sua carreira em um game. Famosa entre os nerds, ela logo ganhou o mundo das TVs com um desenho animado. Agora, Carmem Sandiego, volta à cena do crime dentro do Facebook com o título Where in the World is Carmem Sandiego – exatamente como a versão anterior. O título deve chegar no próximo dia 9 de fevereiro.
Desenvolvido pela Blue Fang e distribuído na rede social pela The Learning Company, o jogo traz elementos de investigação que desapareceram dos títulos atuais. O objetivo é simples: encontrar Carmem seguindo as pistas e viajando pelo mundo.
Não vai bater CityVille, mas deve render boas horas de diversão! Confira o trailer:
Um biscoito para quem lembrar do game Under a Killing Moon.