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	<title>Geek Gear&#187; Google</title>
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	<description>Tecnologia, internet e cibercultura</description>
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		<title>Google+ abre as portas para o público</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 01:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>James Della Valle</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google gosta de brincar com a história de convites em seus projetos. Eles dão um ar de exclusividade que agrada aos “early adopters” e causa tensão nas pessoas que ficam do lado de fora dos serviços. Após um tempo, a empresa remove a restrição e “abre a porteira” para todos os lemmings que estavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1532" title="google-lemmings" src="http://geekgear.com.br/wp-content/uploads/2011/09/google-lemmings.jpg" alt="" width="600" height="349" /></p>
<p>O Google gosta de brincar com a história de convites em seus projetos. Eles dão um ar de exclusividade que agrada aos “early adopters” e causa tensão nas pessoas que ficam do lado de fora dos serviços. Após um tempo, a empresa remove a restrição e “abre a porteira” para todos os lemmings que estavam colados do outro lado da porta. Foi assim com o Orkut, com o Buzz, Wave e outros projetos. Com o Google+, a coisa não foi diferente.</p>
<p>Após 90 dias, a empresa liderada por Larry Page decidiu acabar com a restrição causada pelos convites – permitindo o cadastro de qualquer pessoa interessada. Os desenvolvedores da rede aproveitaram a mudança para colocar o projeto oficialmente na fase beta. De acordo com a comScore, em agosto, o Google+ chegou aos 25 milhões de cadastrados, o que ainda não faz frente aos 700 milhões do Facebook.</p>
<p>Mas os números não importam para o Google, uma vez que a empresa entende que sua rede é apenas uma ferramenta para compartilhar conteúdo. “Nossa iniciativa não é uma rede social, mas uma socialização da rede”, afirmou diretor mundial de engenharia do Google, James Witthaker durante o Google Developer Day 2011.  Ou seja, a web inteira é a rede social do Google. Mind fuck, não?</p>
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		<title>Ypy, o primeiro tablet da Positivo</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 16:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>James Della Valle</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira, a Positivo Informática apresentou seu tablet Ypy ao mercado Brasileiro. Durante a demonstração do produto, tive a oportunidade de fazer alguns testes pontuais, abrindo aplicativos e observando o comportamento do dispositivo. Baseado nessa experiência, eu resolvi tecer alguns comentários. Os dois aparelhos – tanto o de 7, quanto o de 9,7 polegadas – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1518" title="Positivo-Ypy-7" src="http://geekgear.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Positivo-Ypy-7.jpg" alt="" width="603" height="482" /></p>
<p>Nesta terça-feira, a Positivo Informática <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/positivo-lanca-tablet-ypy-sua-resposta-ao-ipad" target="_blank">apresentou seu tablet Ypy ao mercado Brasileiro</a>. Durante a demonstração do produto, tive a oportunidade de fazer alguns testes pontuais, abrindo aplicativos e observando o comportamento do dispositivo. Baseado nessa experiência, eu resolvi tecer alguns comentários.</p>
<p>Os dois aparelhos – tanto o de 7, quanto o de 9,7 polegadas – usam o padrão 4:3, similar ao do iPad, que é ótimo para livros, mas medíocre para vídeos. Algo “completamente compreensível”, uma vez que a companhia abriu uma loja virtual com mais de 5.000 e-books. Senti mais pelo Kindle do que pelo iPad ao descobrir isso.</p>
<p>Em seguida, entra a questão do hardware. Tirando o que é visualmente óbvio, é quase impossível saber o que existe dentro do aparelho, pois a Positivo não publicou todas as especificações. “Quase” porque o modelo não foi desenhado aqui, mas vem de kits desenvolvidos na China. Se pesquisarmos um pouco, é possível descobrir que a configuração mínima dele, o de 7 polegadas, é de 1,2 GHz (ARM) e 512 MB de RAM – o <a href="http://www.chinistore.com/en/chinese-tablet-pc/139-buy-tablet-pc-cube-u9gt-android-23-capacitive-multitouch-7-4-3-800x600-hdmi.html" target="_blank">padrão para Androids 2.3</a> vindos do mercado chinês. As informações vieram de um crítico no Twitter. O Ypy de 9,7 polegadas ainda é um mistério.</p>
<p>Os tablets não são totalmente fabricados no Brasil, apenas montados em fábricas localizadas em Manaus e Curitiba. A maioria das peças, como telas e chips, é importada de outros países, enquanto que uma pequena parcela dos componentes é fabricada por aqui. De acordo com Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, a empresa utilizou o mínimo de peças nacionais obrigatórias na montagem do dispositivo.</p>
<p>O resultado?  R$ 999 reais pelo modelo mais barato, o de 7 polegadas com Wi-Fi. Os outros modelos não foram precificados com a desculpa da variação constante do dólar (que realmente subiu na última semana). A previsão para o modelo com o tamanho do iPad e conectividade 3G é de R$ 1.290, mas nada confirmado.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> O Ypy ainda é caro e leva nas costas o nome da Positivo que, apesar de ser a principal fabricante de computadores no país, tem seu nome associado a produtos de qualidade duvidosa (isso para ser ameno). Apesar desse fato, ele se comportou bem durante o rápido teste feito no evento de apresentação. Pelo menos a construção pareceu mais firme do que a do Asus Transformer que usei há duas semanas.</p>
<p>De acordo com a empresa, um dos principais atrativos para o público é o conteúdo em português. São mais de 300 aplicativos oferecidos em uma loja da Positivo, sem contar com os 5.000 livros disponíveis em outra loja própria. Aqui, tudo é uma questão de gosto.</p>
<p>Outro fato que chamou a atenção foi a customização do sistema. As cinco opções de tela do Android foram transformadas em categorias, como jogos, ferramentas, comunicação e revistas, por exemplo. A ordem e os nomes podem ser totalmente customizados, ou desativados, se o usuário quiser.</p>
<p>A verdade é que o Ypy (que significa “primeiro” em tupi-guarani) ainda não parece ser o tablet ideal, mas mostra que a indústria Brasileira está chegando perto de uma solução no mercado – mesmo se tratando de um kit desenvolvido no exterior. Talvez ele vire uma boa alternativa nas lojas, com promoções e opções de parcelamento em 10 ou 12 vezes sem juros. É bom lembrar que a Positivo investiu alguns anos de trabalho no projeto e no ecossistema, o que mostra que a companhia está disposta a apostar no produto.</p>
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		<title>Hohagen: de chefão do Google para chefão do Facebook na América Latina</title>
		<link>http://geekgear.com.br/2011/02/14/hohagen-de-chefao-do-google-para-chefao-do-facebook-na-america-latina/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 17:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>James Della Valle</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre hohagen]]></category>
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		<description><![CDATA[Por seis anos, Alexandre Hohagen foi conhecido como o homem do Google no Brasil. Durante esse período, ele passou por apertos, como, por exemplo, as diversas tentativas do Ministério Público de tirar o Orkut do ar por causa de crimes virtuais. Uma luta interessante para quem começou a carreira como office-boy e escalou a montanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1436" title="Alexandre_hohagen_de_google" src="http://geekgear.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Alexandre_hohagen_de_google.jpg" alt="" width="346" height="300" /></p>
<p>Por seis anos, Alexandre Hohagen foi conhecido como o homem do Google no Brasil. Durante esse período, ele passou por apertos, como, por exemplo, as diversas tentativas do Ministério Público de <a href="http://blogs.forumpcs.com.br/noticias/2006/05/18/ministerio-publico-pode-acabar-com-orkut-no-brasil/" target="_blank">tirar o Orkut do ar</a> por causa de crimes virtuais. Uma luta interessante para quem começou a carreira como office-boy e escalou a montanha do corporativismo até chegar ao cargo de vice-presidente da companhia na América Latina – título adquirido no último domingo, dia 13 de fevereiro.</p>
<p>Quem diria que, um dia depois, o executivo pularia fora do barco da empresa para buscar “novos desafio”? E pode colocar desafio nisso. Hohagen foi contratado pelo Facebook como vice-presidente de produtos para a América Latina. Ele será responsável por cuidar dos negócios e montar uma equipe local, para dar suporte às suas marcas. Preparem os currículos.</p>
<p>&#8220;Milhões de pessoas na América Latina estão usando o Facebook diariamente para se conectar e compartilhar experiências com seus amigos e suas famílias, um aspecto muito forte da cultura latino-americana&#8221;, disse Hohagen em nota oficial divulgada pela rede. &#8220;A equipe do Facebook na América Latina será capaz de ajudar as empresas a navegar por esta rede de alcance e engajamento sem precedentes e criar campanhas que impactarão seus negócios de maneira significativa&#8221;, concluiu.</p>
<p>Quanto ao Google? A assessoria afirmou que a empresa agradece a participação do executivo e que está procurando novos talentos para preencher o seu cargo. Mais currículos?</p>
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		<title>Ex-CEO do Google quer lançar livro</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 15:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>James Della Valle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Gisela Giardino / Wikimedia Commons Eric Schmidt, o ex-CEO do Google, decidiu apostar no papel e quer lançar um livro sobre tecnologia e sua visão  política do mundo. O executivo tem até um título para a obra: Empire of the Mind: The Dawn of the Techno-Political Age. Forte, não? Jared Cohen, escritor e diretor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1373" title="Eric_Schmidt" src="http://geekgear.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Eric_Schmidt.jpg" alt="" width="520" height="287" /><br />
<em>Foto: Gisela Giardino / Wikimedia Commons</em></p>
<p>Eric Schmidt, o ex-CEO do Google, decidiu apostar no papel e quer lançar um livro sobre tecnologia e sua visão  política do mundo. O executivo tem até um título para a obra: Empire of the Mind: The Dawn of the Techno-Political Age. Forte, não? Jared Cohen, escritor e diretor do Google Ideas, foi escolhido para colocar os fatos no papel.</p>
<p>Entre os temas a serem abordados na publicação, estão os desafios enfrentados pela tecnologia em regimes autoritários. Algo que ele conhece bem, uma vez que o Google – sob o seu comando – já enfrentou pressões da união Europeia e da China, por exemplo.</p>
<p>Talvez, ele volte atrás e lance uma versão digital da obra&#8230;</p>
<p><em>Via <a href="http://www.theregister.co.uk/2011/02/01/schmidt_book_plan/" target="_blank">The Register</a></em></p>
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		<title>Google e o levante contra a censura no Egito</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 14:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>James Della Valle</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas que colocou o Google em sua posição atual foi a capacidade de agarrar as oportunidades – nem todas com fins explicitamente lucrativos. Dito isso, em resposta ao bloqueio do Twitter no Egito, a gigante das buscas decidiu entrar no conflito e disponibilizar um serviço de que permite o acesso ao microblog via [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1368" title="t2s" src="http://geekgear.com.br/wp-content/uploads/2011/02/t2s.jpg" alt="" width="530" height="329" /></p>
<p>Uma das coisas que colocou o Google em sua posição atual foi a capacidade de agarrar as oportunidades – nem todas com fins explicitamente lucrativos. Dito isso, em resposta ao bloqueio do Twitter no Egito, a gigante das buscas decidiu entrar no conflito e disponibilizar um serviço de que permite o acesso ao microblog via telefone.</p>
<p>“Estamos acompanhando as notícias que surgem no Egito e pensando no que podemos fazer para ajudar as pessoas envolvidas”, apontou a companhia em um post publicado na última segunda-feira.</p>
<p>O processo é simples. O usuário deve ligar para um dos números indicados no <a href="http://googleblog.blogspot.com/2011/01/some-weekend-work-that-will-hopefully.html" target="_blank">post oficial</a> e deixar sua mensagem de voz. O sistema converte o conteúdo em uma mensagem de voz, como um voice mail, e encaminha o link para o Twitter, que inclui a tag #egypt.</p>
<p>Os engenheiros do Twitter fizeram questão de auxiliar a inciciativa, realizada com auxílio da tecnologia desenvolvida pela empresa SayNow, recém adquirida pelo próprio Google.</p>
<p>O endereço do sistema é: <a href="twitter.com/speak2tweet" target="_blank">www.twitter.com/speak2tweet</a></p>
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		<title>Google lança filtro de prioridade para Gmail</title>
		<link>http://geekgear.com.br/2010/08/31/google-lanca-ferramenta-de-prioridade-para-gmail/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 15:13:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>James Della Valle</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
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		<category><![CDATA[Gmail]]></category>
		<category><![CDATA[Priority Inbox]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google começou a disponibilizar sua ferramenta de prioridade de mensagens para usuários do Gmail. O sistema, traduzido como “Caixa de Entrada Prioritária” classifica os e-mails em três categorias: importantes, marcadas e restantes. Como o sistema consegue classificar as mensagens? Ele utiliza uma série de referências, como destinatários e termos mais utilizados, por exemplo. Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google começou a disponibilizar sua ferramenta de prioridade de mensagens para usuários do Gmail. O sistema, traduzido como “Caixa de Entrada Prioritária” classifica os e-mails em três categorias: importantes, marcadas e restantes. Como o sistema consegue classificar as mensagens? Ele utiliza uma série de referências, como destinatários e termos mais utilizados, por exemplo. Após detectar o comportamento do usuário, ele passa a aplicar os filtros.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="515" height="313" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5nt3gE9dGHQ?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="515" height="313" src="http://www.youtube.com/v/5nt3gE9dGHQ?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para ativá-la, você deve clicar no link “New Priority Inbox” no topo da tela. Em seguida, basta aprovar as configurações para que o recurso comece a funcionar.</p>
<p>A companhia afirmou que todos os usuários serão convidados a testar a caixa prioritária até o final da semana.</p>
<p><em>Via <a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/08/email-overload-try-priority-inbox.html" target="_blank">blog do Google</a></em></p>
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		<title>Sem Nexus One no Brasil? Brinque com o modelo 3D</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 01:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>James Della Valle</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[HTC]]></category>
		<category><![CDATA[Nexus One]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphones]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos de você já notaram que o Nexus One, o smartphone do Google, não está disponível para o Brasil. Triste, mas é algo que os pessimistas, como eu, já aguardavam. Quem não ficou muito feliz com a idéia pode “brincar” com o aparelho na página oficial do Google. Não é a mesma coisa, mas já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-943" title="nexus-one" src="http://geekgear.com.br/wp-content/uploads/2010/01/nexus-one.jpg" alt="nexus-one" width="450" height="229" /></p>
<p>Muitos de você já notaram que o Nexus One, o smartphone do Google, não está disponível para o Brasil. Triste, mas é algo que os pessimistas, como eu, já aguardavam.</p>
<p>Quem não ficou muito feliz com a idéia pode “brincar” com o aparelho na <a href="http://www.google.com/googlephone/tour/" target="_blank">página oficial do Google</a>. Não é a mesma coisa, mas já é um começo.</p>
<p><strong>Vamos aos fatos técnicos do brinquedo:</strong></p>
<p>- Câmera digital: são 5 megapixels que contam com o auxílio de um flash de LED, além da capacidade de capturar vídeos na resolução de 720 x 480 pixels a partir de 20 frames por segundo.</p>
<p>- Sistema operacional: o bom Android 2.1, também conhecido como Eclair.</p>
<p>- Capacidade: são 512MB flash, 512MB RAM e um cartão Micro SD de 4GB. Lembrando que o celular suporta até 32GB.</p>
<p>Além disso, o rapaz traz HSDPA 7.2Mbps, HSUPA 2Mps, Bluetooth, Wi-Fi 802.11b/g/n, bússola digital, acelerômetro, tela de 3,7 polegadas (800 x 400 pixels) e mais uma coisa ou outra que esqueci de citar.</p>
<p>O que há de tão interessante? Basicamente o Android 2.1. Os outros recursos do aparelho são os mesmos que a HTC oferece em seus diversos aparelhos. Particularmente? Eu curto.</p>
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