Archive for Filmes

Moviestring: o microblog para cinéfilos

Pela manhã, enquanto colocava os feeds em dia, encontrei um post falando sobre o Moviestring, um microblog criado exclusivamente para quem curte fazer reviews e críticas de filmes. O sistema permite a postagem de 255 caracteres, 115 a mais do que o Twitter, e ainda traz opções para relacionar posts e até subir a capa/pôster da obra para ajudar na identificação.

O processo de segmentação é natural. Basta ter um sistema pronto e você pode falar sobre futebol, videogames… Mas apenas 255 caracteres parece muito pouco para falar detalhadamente de um filme, não? Usuários mais exigentes talvez tenham que fazer uma avaliação em doses para completar um raciocínio.

Como sempre, não faltam os engraçadinhos que aproveitam o espaço para fazer piadas ou deturpar o sistema. O primeiro post que li foi “Drunken Heroes FTW!”, sobre o Hancock.

Para os curiosos: www.moviestring.com

Também aproveitei a oportunidade para postar no peão Digital. Leia aqui o “Clone cinéfilo do Twitter”.

Filmes da PlayStation Network são travados por região

Usuários da rede destinada ao PlayStation 3 vão notar um pequeno problema na hora de comprar filmes pela loja virtual. Todos estão travados por regiões. Não será possível baixar os vídeos se eles não estiverem flagados para a sua região. Embora previsível, havia ainda a esperança de que a Sony liberasse o conteúdo como ela faz com os jogos.

Não foi dessa vez…

Via Kotaku

Robôs também estão presentes no Firefox 3

Abra seu navegador e, na barra de endereços, digite o seguinte endereço: “about:robots”. Sem as aspas, claro. Se você for sci-fi/tech geek, terá uma bela surpresa.

ff3robots.jpg

Gort! Klaatu barada nikto!

Thanks to Alek pela dica!

Vídeos que te fazem pensar

Sai um pouco do clima do blog, mas achei muito bom. Pode assistir sem medo. A dica é do amigo Tércio:

Game? Agora, só com historinha antes

Há tempos ouvimos falar sobre a convergência entre as mídias. A indústria de games resolveu que esse é um caminho interessante para transformar seus produtos em verdadeiros campeões de audiência. Mas, até onde essa história de misturar as coisa é válida?

Começou com os manuais de jogo. Alguns deles traziam apenas uma página discreta informando qual era a missão do jogador. Já era algum tipo de literatura. Alguém tem manuais originais da Blizzard? Diablo e Warcraft II, por exemplo? Esses sim lançaram uma tendência.

Meu primeiro contato com esse tipo de material (os bem elaborados) foi ao comprar o game Tie Fighter, da Lucas Arts. No pacote, vinha um livrinho com as primeiras aventuras de Mareek Stele, que contava a história da entrada do rapaz para o Império Galáctico. A tradução não era lá essa coisa, mas serviu bem. Com ela, descobri algumas coisas que me impulsionaram a procurar mais material sobre o universo estendido de Guerra nas estrelas.

Quando peguei a minha caixa de Diablo, estava longe de casa e no meio de uma feira de informática. Não havia chance de testar o jogo ali. Sentei para almoçar e abri o pacote. Dentro encontrei um manual fantástico com histórias que se misturavam com dicas sobre game. Sem conter as citações que apareciam nos cantos das páginas. Quase perdi a noção do tempo lendo aquilo. Aposto que alguém viu e comentou: “olha o nerd babaca lendo o manual do jogo e babando”.

O fato é que isso só deu mais vontade de jogar. Imagine se eu tivesse visto aquilo antes de comprar o jogo? E, logo em seguida, descobrisse que um game sobre o tema estaria próximo do lançamento Sim, eu sou empolgado com essas coisas.

Foi isso que a indústria de games descobriu. Já falei aqui sobre o Hellgate: London e sua estratégia de marketing. O quadrinho lançado pela Dark Horese é bem legal. Realmente faz com que você se sinta no clima para viver aventuras parecidas na tela. O mesmo com City of Heros, o massive multiplayers sobre heróis, da NC Soft. Diversas histórias sobre os NPCs principais certamente abriram o apetite dos fãs do gênero. Sem contar com os vídeos que antecederam a expansão/novo game City of Vilains.

Mass Effect, da Bioware, não contou com tantos recursos. Mas, no site oficial, você tinha descrições tão detalhadas dos alienígenas, que era quase impossível não querer encontrar um dentro do game. Chega a dizer que a genética da espécie A, difere em tais pontos da espécie B e, por isso, se A ingerir o mesmo tipo de alimento de B, o resultado seria um choque anafilático.

“Turian genetic code is based on dextro-amino acids. If they attempt to ingest human food, which is based on levo-amino acids, they may enter anaphylactic shock.”

As edições especiais de Halo 3 vieram com um DVD com animações. Todos sabem que esse material, cedo ou tarde, cai na rede e acaba alcançando outros gamers. Mais ou menos o efeito “Windows Pirata”. Mas Halo 3 é um caso a parte… rs

Quando soube que o novo game da EA, chamado Dead Space, iria ganhar quadrinhos e uma animação, nem me abalei. Acho que nós passamos a esperar por esse tipo de coisa e as novas gerações vão até estranhar se isso não acontecer. O jogo citado se passa no espaço. Milhares de colonos perdem a vida em o que parece ser uma invasão e, no melhor estilo DOOM, um guerreiro deve enfrentar as hordas de –inserir nome de alienígenas/demônios/aberrações – famintos.

A animação deve entrar na TV aberta dos EUA, mas, não demorar muito até que alguém jogue em um torrent ou suba os pedacinhos no YouTube e similares.

O contrário já não é moda

- O caso Matrix foi um dos mais bem sucedidos nesse campo da convergência, tirando o MMO Matrix Online, que não rendeu tanto assim. Junto com os filmes, você tinha games que completavam a história, junto com os episódios do Animatrix.

- Vários filmes são lançados junto com seus respectivos games. Alguns jogos saem até antes. O último exemplo está nas Crônicas de Spiderwick, mas ainda temos os games do Homem-Aranha e similares…

- Nem sempre a coisa funciona bem. Vide DOOM se a heresia que fizeram com a história, transformando demônios em aberrações geneticamente alteradas.

Teoricamente, os dois lados saem ganhando com isso. As empresas que ficam mais criativas e os usuários que conseguem um bom material para fomentar o desejo de saber tudo sobre o universo do jogo. Um ótimo casamento entre as mídias.

Arthur C. Clarke morre aos 90 anos

O autor do livro “The Sentinel”, que inspirou o filme “2001: Uma Odisséia no Espaço”, morreu hoje, dia 18 de março de 2008, aos 90 anos. Arthur C. Clarke escreveu mais de cem livros de ficção e criou o conceito de satélites artificiais.

Foi um dos autores mais importantes da minha formação como geek. Uma pena.

Lia mais no NY Times

Batalha de Pelennor na versão açucarada

Quem curte Senhor dos Anéis, sabe que a batalha travada em Pelennor é um dos pontos altos da história criada por Tolkien. Momento crítico do terceiro livro (O Retorno do rei). Dave, proprietário do blog Missed Manners, reproduziu esse cenário caótico de uma forma bem interessante. Ele utilizou doces para ilustrar o evento.

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Tempo e recursos… Quem não gostaria de tê-los? RS… Dica do amigo virtual Dimatrius!

Veja a obra completa aqui: The Battle of Pelennor Fields

Bom para movie geeks e book geeks. Enjoy!

Star Wars: quadrinhos da marvel x mangá

Sim, eu adoro Star Wars. A nova trilogia é legal. Poderia ser infinitamente melhor. Se você editar algumas cenas, dá até pra falar que foi quase brilhante. Mesmo assim, não se compara com a antiga.

O próprio site oficial de Star Wars fez questão de postar uma comparação entre o mangá novo e a versão antiga da hq produzida pela Marvel entre 1977 e 1883. Ambos, obviamente, tratam do mesmo período, o fim do Império. A versão japonesa leva vantagem pois seus autores tiveram muito tempo para estudar os detalhes. A norte-americana sofreu com cortes censuras e falta de informação suficiente para detalhar algumas coisas. As duas têm seu crédito. Veja um exemplo da mesma cena nas duas versões:

Interessante, não? Clique aqui e confira a avaliação completa!

Star Wars de acordo com uma criança de 3 anos

Pode falar que foi ensaiado, mas ficou bom. Talvez eu consiga fazer com que minha filha fique geek desse jeito… rs

Dica de filme: Brazil

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Há alguns dias, consegui uma cópia do filme “Homem Duplo” por R$ 19,90 em uma loja do Extra. Estava bem escondido. Agora, meu amigo Alek apontou um link bem interessante, sobre o filme Brazil. E, como disse Marcelo, outro amigo:

“Mistura máquinas dos anos 50 com outras que parecem protótipos de telas de oled ou coisa mais avançada”.

Aqui, confira Brazil no Submarino

Uma bela aquisição!