Google+ abre as portas para o público

O Google gosta de brincar com a história de convites em seus projetos. Eles dão um ar de exclusividade que agrada aos “early adopters” e causa tensão nas pessoas que ficam do lado de fora dos serviços. Após um tempo, a empresa remove a restrição e “abre a porteira” para todos os lemmings que estavam colados do outro lado da porta. Foi assim com o Orkut, com o Buzz, Wave e outros projetos. Com o Google+, a coisa não foi diferente.

Após 90 dias, a empresa liderada por Larry Page decidiu acabar com a restrição causada pelos convites – permitindo o cadastro de qualquer pessoa interessada. Os desenvolvedores da rede aproveitaram a mudança para colocar o projeto oficialmente na fase beta. De acordo com a comScore, em agosto, o Google+ chegou aos 25 milhões de cadastrados, o que ainda não faz frente aos 700 milhões do Facebook.

Mas os números não importam para o Google, uma vez que a empresa entende que sua rede é apenas uma ferramenta para compartilhar conteúdo. “Nossa iniciativa não é uma rede social, mas uma socialização da rede”, afirmou diretor mundial de engenharia do Google, James Witthaker durante o Google Developer Day 2011.  Ou seja, a web inteira é a rede social do Google. Mind fuck, não?

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