Campus Party deixou saudades

Ver um evento da magnitude da Campus Party terminar é, no mínimo, triste. Com o final das grandes feiras de tecnologia, ficamos presos às coletivas fechadas e aos lançamentos pontuais que as empresas do setor apresentam só à grande imprensa, responsável por divulgar os fatos e resultados

A CParty, como foi apelidada pelos seus participantes, conseguiu reverter essa situação de uma forma bem inovadora. Os visitantes passaram a produzir e apresentar projetos, aproveitados pelas empresas mais inteligentes.

Não abriram mão de uma área de exposições aberta ao público não pagante. Nela, os usuários puderam experimentar simuladores de realidade virtual, brincar com o game de kung fu que capta os movimentos do usuário e aproveitar outras novidades que sites e empresas ofereciam.

Todas as áreas, com exceção do Campus Verde, apresentaram material consistente e palestras de boa qualidade. Mesmo assim, faltou ousar nos formatos. PowerPoint, microfone e monólogo já não são mais suficientes para saciar a busca de conhecimento dessa geração.

As oficinas levaram vantagem nesse ponto. Programação e montagem de robôs de Lego, desenvolvimento de sistemas e modificações extremas nos computadores foram as marcas do ápice da criatividade no evento. Não há o que falar de games, pois esse pessoal marcou presença quase que 24h no evento.

Sim, sentiremos saudades da Campus Party e vamos esperar pela sua evolução em 2009.

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